Você está consciente do seu consumo de lixo emocional e comportamental? por Raiane Paula Fraga

Vida

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Umas das pautas do Jornal Design Serra nesse mês de outubro traz a nós um olhar com lupa para a produção do lixo no planeta e nosso envolvimento diante desse caos sem controle. Dentro da mente comparativa de uma terapeuta que fala sobre comportamentos humanos unido a espiritualidade, logo percebi o quanto essa palavra, “LIXO”, e o todo em seu significado, conecta diretamente aos lembretes de tantos ambientalistas ao longo dos anos em relação ao sofrimento do nosso planeta, e que agora, devido aos acontecimentos dos últimos tempos,  tem levado espiritualistas e de mais pesquisadores, como cientistas e até ufólogos, à procura constante de respostas para o que nos aguarda quanto aqui na terra.

De uma coisa que você e seu inconsciente já sabem é que nosso amado planetinha tem dado diversos sinais do quanto se encontra debilitado e doente. Nosso imenso gigante ser vivo está morrendo, e a responsabilidade sobre isso é completamente NOSSA!

Porém, entendo que mais profundo do que o lixo físico que consumimos e que deixamos como uma herança egoísta de nossa passagem aqui na terra, está o lixo comportamental, emocional e vibracional que nós, fadados seres humanos, comprometemos à existência da Terra.

A verdade, que também é científica, é que eu, você, o reino animal em geral, os minerais e até mesmo os vegetais, contém em si um campo energético vibratório que emite uma espécie de onda por onde quer que passamos, deixando nossos vestígios como rastros, e conforme esses rastros, contaminando nosso planeta com uma fétida escala de lixo, que apesar de não ser vista a olho nu, é o que apodrece e corrompe nosso sistema.

Hertz, dentro da física, que é a unidade de medida dê frequência e que expressa, em termos de ciclos por segundo, tem a capacidade de descrever a escala vibratória de cada emoção emitida por um ser vivo.

Sentimentos como o do amor, estado sublimes de felicidade e paz, podem emitir frequências de escalas de 400 á 600 hertz de potência por segundo, enquanto que emoções e sentimentos como raiva, vergonha ou mesmo medo, emitem frequências menores que 100 hertz. E é aqui, nesse exato momento, que os rastros do nosso lixo vibracional aparecem, contaminando esse planeta azul.

Diariamente, como se fosse algo normal de tão tristemente normal que isso se tornou, sentimos penosas emoções de frequências tão baixas que beiram a frequência da própria morte.

Entre pequenos ou grandes picos de vergonha, culpa, medo e raiva, e tantas mais escalas emocionais, estamos contaminando nossa jornada aqui na terra, boiando em um imenso esgoto de negatividade, aceitando como um dia bom o estado de apatia, e considerando a chegada da felicidade algo inesperado.

O fato é que, estar consciente do consumo de lixo emocional e comportamental que se produz para então poder diminuir esse fluxo, depende de mim um ato de mudança de condutas no hábito impregnado em quem sou. Isso significa que terei o trabalho de reduzir, reciclar e aplicar ao meu estilo de vida, saindo do atual estado de comodismo em que me encontro, o que acaba, na grande maioria das vezes, se tornando uma barreira para a mudança, porque no final das contas, por melhor que o resultado possa parecer, o trabalho envolvido exige que muita tralha passe por ressignificações, e talvez eu não queira realmente operar esse esforço todo. 


Certa vez li uma citação de um mestre hindu chamado Osho, onde ele dizia que “ser feliz era algo apenas para os corajosos e não para os preguiçosos. Corajosos levantam de suas cadeiras para mudarem seu estado de vida, enquanto que preguiçosos aceitam seu estado de vida, reclamando sentados em suas cadeiras”.

Nós, meus caros, produzimos mais lixo do que imaginamos, envolvendo o planeta em uma gama escura que adoece a cada dia que se passa, refletindo sobre o todo exatamente o que somos.

Sentimos e produzimos, sem controle, sem nem se quer perceber, sem nem se quer achar estranho sentir sentimentos ruins.

Talvez aqui encontramos uma resposta do por que dos últimos acontecimentos sobre nosso planeta e sobre nós mesmo. A palavra lixo, em um simples e curto significado, é material sem valor ou utilidade. Aquilo que se joga fora. Ou na melhor forma da palavra, é tudo que se retira de um lugar para deixa-lo limpo.

Nosso planeta pode estar, nesse exato momento, reciclando o que nele habita. 


Aconselho que você repense o seu sentir. 

Namastê.